“Sol” nasce de um desejo real de reconexão, mas carrega a maturidade de quem entende que a luz só existe porque há contraste. A música propõe uma ambiguidade intencional: ora um diálogo com o outro, ora um monólogo interno sobre o próprio corpo e a própria história. É a prova sonora de que o processo de viver suas “sete vidas” — e sobreviver a cada uma delas — não a desgastou, mas a fortaleceu.

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