Em “Ruas Que Eu Andei”, a artista reflete sobre memórias e identidades formadas ao longo da vida, enquanto Kawe traz sua visão sobre a rua como espaço de luta e fé. Já “Frenesi” fala sobre viver no limite, com intensidade e entrega: “Eu vivo de frenesi, cê não entende”, canta a artista.

“Meu momento é de fazer as pazes com minhas vivências e olhar com gentileza para os fracassos. Isso se reflete na música.”

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